Promotores do Gaeco pedem exoneração coletiva após parecer liberar suspeitos de desviar R$ 56 mi em Turilândia, Maranhão.
Pois então, minha gente… o trem ficou feio lá pras bandas do Maranhão. Naquele domingo, 11 de janeiro de 2026, os promotores do Gaeco, que é o grupo que enfrenta o crime organizado dentro do Ministério Público do Maranhão, resolveram fazer uma coisa que quase nunca se vê: pediram exoneração coletiva das funções. Foi todo mundo junto, de uma vez só, como quem diz “assim não dá pra continuar”.
E o motivo não foi pouca coisa, não. A Procuradoria-Geral de Justiça deu parecer favorável pra soltar 20 pessoas presas, suspeitas de participar de um esquema que teria desviado cerca de R$ 56 milhões em dinheiro público no município de Turilândia. Dinheiro que era pra saúde, educação e serviço pro povo, mas que, segundo a investigação, tomou outro rumo.
E aí, rapá… foi tudinho no bolo: prefeito, vice, vereador, empresário, gestor público, ninguém ficou de fora. O prefeito é Paulo Curió, do União Brasil. Ou seja, não era peixe pequeno, não. Era gente grande, com cargo, poder e caneta pesada.
Os promotores ficaram atravessados. E quem conhece o serviço deles entende o porquê. Depois de meses de investigação, diligência, relatório e prisão, ver um parecer defendendo a soltura geral é como apagar o fogo do fogão a lenha bem na hora que o café tá quase fervendo. Dá revolta, dá desânimo e enfraquece quem tá na linha de frente.
Na segunda-feira, 12 de janeiro de 2026, o Tribunal de Justiça do Maranhão resolveu segurar firme e manteve a prisão preventiva da maioria dos investigados. Só uma servidora, apontada como peça-chave do esquema, foi pra prisão domiciliar por estar em tratamento contra o câncer. Nesse ponto, o Judiciário foi por outro caminho.
Mas o estrago institucional já tava feito. Mesmo com a decisão do tribunal, os promotores mantiveram o pedido de exoneração. O Ministério Público disse que já nomeou um novo coordenador pro Gaeco e que a investigação segue normalmente. Só que quem é do meio sabe: quando promotor especializado pede exoneração coletiva, não é drama, é recado.
O caso de Turilândia deixou de ser só uma investigação. Virou um aviso em voz alta. Mostra que, quando quem investiga sente que o próprio sistema puxa o freio, a confiança começa a ir embora. E aí fica a pergunta, ecoando igual sino de igreja no interior: se até quem combate o crime perde o chão, em quem o povo vai confiar?
O povo tá vendo. E não tá esquecendo.
Pois então, minha gente… o trem ficou feio lá pras bandas do Maranhão. Naquele domingo, 11 de janeiro de 2026, os promotores do Gaeco, que é o grupo que enfrenta o crime organizado dentro do Ministério Público do Maranhão, resolveram fazer uma coisa que quase nunca se vê: pediram exoneração coletiva das funções. Foi todo mundo junto, de uma vez só, como quem diz “assim não dá pra continuar”.
E o motivo não foi pouca coisa, não. A Procuradoria-Geral de Justiça deu parecer favorável pra soltar 20 pessoas presas, suspeitas de participar de um esquema que teria desviado cerca de R$ 56 milhões em dinheiro público no município de Turilândia. Dinheiro que era pra saúde, educação e serviço pro povo, mas que, segundo a investigação, tomou outro rumo.
E aí, rapá… foi tudinho no bolo: prefeito, vice, vereador, empresário, gestor público, ninguém ficou de fora. O prefeito é Paulo Curió, do União Brasil. Ou seja, não era peixe pequeno, não. Era gente grande, com cargo, poder e caneta pesada.
Os promotores ficaram atravessados. E quem conhece o serviço deles entende o porquê. Depois de meses de investigação, diligência, relatório e prisão, ver um parecer defendendo a soltura geral é como apagar o fogo do fogão a lenha bem na hora que o café tá quase fervendo. Dá revolta, dá desânimo e enfraquece quem tá na linha de frente.
Na segunda-feira, 12 de janeiro de 2026, o Tribunal de Justiça do Maranhão resolveu segurar firme e manteve a prisão preventiva da maioria dos investigados. Só uma servidora, apontada como peça-chave do esquema, foi pra prisão domiciliar por estar em tratamento contra o câncer. Nesse ponto, o Judiciário foi por outro caminho.
Mas o estrago institucional já tava feito. Mesmo com a decisão do tribunal, os promotores mantiveram o pedido de exoneração. O Ministério Público disse que já nomeou um novo coordenador pro Gaeco e que a investigação segue normalmente. Só que quem é do meio sabe: quando promotor especializado pede exoneração coletiva, não é drama, é recado.
O caso de Turilândia deixou de ser só uma investigação. Virou um aviso em voz alta. Mostra que, quando quem investiga sente que o próprio sistema puxa o freio, a confiança começa a ir embora. E aí fica a pergunta, ecoando igual sino de igreja no interior: se até quem combate o crime perde o chão, em quem o povo vai confiar?
O povo tá vendo. E não tá esquecendo.
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