Radialista Riba Sousa relembra trajetória no rádio maranhense e fala sobre os desafios da comunicação

Radialista Riba Sousa relembra sua trajetória no rádio maranhense, fala sobre a evolução da comunicação e os desafios da profissão em Viana, na Baixada Maranhense.

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Riba Sousa, radialista de Viana, na Baixada Maranhense (MA), relembra sua trajetória no rádio, a cultura do reggae e os desafios da comunicação na era digital.


Riba Sousa é um radialista maranhense, natural de Viana, município localizado na Baixada Maranhense, no estado do Maranhão, que construiu sua trajetória no rádio a partir da década de 1990. Com uma carreira marcada pela comunicação popular, pela valorização da cultura local e pela adaptação às mudanças tecnológicas, ele se tornou uma das vozes reconhecidas do rádio no interior maranhense.

Antes mesmo de ingressar profissionalmente na comunicação, Riba Sousa já demonstrava vocação para o microfone. O contato frequente com a Rádio Difusora AM e a escuta atenta de programas como Zé Branco e Show Não Pode Parar, apresentado por Flávio Valdir Sousa, foram decisivos para despertar sua paixão pelo rádio. A influência de comunicadores locais e de figuras da comunidade teve papel fundamental em sua formação inicial.

O primeiro programa apresentado por Riba Sousa foi “Música é Sua Vida”, ainda nos anos 1990. Com o passar do tempo, sua atuação se expandiu e encontrou no reggae, gênero musical fortemente enraizado na cultura do Maranhão, um espaço de identidade e conexão com o público.

Ao longo da carreira, o radialista passou por diferentes emissoras de rádio no Maranhão. Iniciou sua atuação na Rádio Maracu, trabalhou em uma emissora no município de Pindaré e, em 2017, apresentou o programa “Rastareg” na Rádio Cidade Vitória. Também integrou a programação da Band FM 93,3, em Viana. Ao todo, foram quatro emissoras que marcaram sua trajetória profissional no rádio maranhense.

Para Riba Sousa, a escolha pelo radialismo nunca esteve ligada apenas ao retorno financeiro. Ele destaca que o rádio exige humildade, dedicação e compromisso com a realidade das comunidades atendidas. Segundo o comunicador, a verdadeira riqueza da profissão está na amizade construída com ouvintes e colegas, e no papel social que o radialista exerce no cotidiano das pessoas.

Vivenciar diferentes fases da tecnologia também fez parte de sua caminhada. Riba Sousa acompanhou a transição do vinil para o CD, depois para o MD, até chegar aos sistemas digitais atuais, baseados no uso do computador. Para ele, a evolução tecnológica impôs desafios, mas também abriu novas possibilidades para a comunicação radiofônica.

Mesmo diante das transformações do cenário midiático, Riba Sousa acredita que o rádio continua sendo um meio essencial de informação, identidade cultural e proximidade social, especialmente no interior do Maranhão. Sua trajetória representa a resistência e a importância do comunicador local na construção da memória e da cultura popular maranhense.



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Crédito Editorial 
Conteúdo produzido por Gilberlan Atrox 
Viana, Maranhão, Brasil, novembro 10, 2023.

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